A Paróquia

Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima

Muitos dos primeiros moradores do bairro do Sumaré, tiveram elos e suas vidas ligadas à Paróquia e deixaram seus nomes gravados na sua história.

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Os Desio, Morrone, Toledo, Queiroz, Oliveira Ribeiro, Arnaldo Ferreira, Fernandes Costa, Costella, Prudente Correia, Santos, Fonseca, Patella, De Bonis, Castro, Eça, Silva, Ricardina, Albina, Cirilo, Basile, Cury, Eça e claro muitos outros que jamais serão esquecidos pelo apoio que deram, serviços prestados e pela dedicação que doaram à sua paróquia. Destacamos também Arnaldo Amado Ferreira e sua esposa, Margarida Monteiro de Barros Ferreira...


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Pastoral da Criança

Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos...

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Hoje, de um modo especial, celebramos Deus. Mas quem é Deus? Como explicá-lo? Como defini-lo? Como conhecê-lo? Nenhuma pergunta sobre Deus pode ser respondida por nós humanos. Deus nos supera! Temos noção de quem Ele é, mas não conseguimos defini-lo. É impossível! Ele é a eterna surpresa. Nosso Deus não é o Deus dos filósofos, mas é o Pai de Jesus Cristo, é o próprio Cristo, é o Espírito de Amor. Para conhecê-lo deveremos abrir a Sagrada Escritura, principalmente o Novo Testamento, e ver o que Jesus, o Verbo Encarnado, nos diz. O Evangelho de hoje, tirado de São João, nos fala que Deus é o Amigo do Homem, não apenas o seu Criador, mas o seu Redentor, aquele que o protege e que foi capaz de sofrer e morrer para que o Homem tivesse a plena felicidade. Já São Paulo em sua Carta aos Coríntios nos orienta sobre a resposta a ser dada ao Deus Amigo. O homem deverá deixar-se transfigurar através  dos dons, das qualidades divinas, especialmente pelo amor, pelo perdão e pelo serviço. Falar com Jesus é falar com Deus. Sua bondade foi tanta que Ele se revelou a nós na pessoa de Jesus. Filipe, quem me vê, vê o Pai. Dirijamo-nos ao Deus de Amor, a esse Deus que, por amor, rasgou seu coração, e sintamos a plenitude de seu querer bem a nós. Se o mandamento se resume em amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo, do mesmo modo como Ele nos amou, saibamos que antes de tudo o Senhor não só nos criou, mas, por amor a nós, se entregou até à morte. O Espírito é escuta e disponibilidade». (Reflexão do Padre Cesar Augusto dos Santos para a Solenidade da Santíssima Trindade)

Cidade do Vaticano (RV) - As doenças da mama englobam uma ampla variedade de patologias, benignas e malignas.  Atualmente, é bastante comum as mulheres procurarem o médico para prevenir o câncer de mama ou com muitas dúvidas sobre o assunto.    O nosso espaço de saúde aborda hoje as doenças de mama com a ginecologista Sabrina Fontana que recentemente visitou a nossa emissora e conversou com Silvonei José.  (MJ)

Rio de Janeiro (RV) - A construção do Cristo Redentor do Corcovado é considerada um grande marco da engenharia civil brasileira. Erguido em concreto armado, o monumento é revestido de um mosaico de pedra-sabão originária da região de Carandaí, em Minas Gerais, que foi trabalhado pelas senhoras da sociedade carioca da época. A construção foi sugerida pela primeira vez em 1859, pelo padre Lazarista Pedro Maria Boss, à princesa Izabel, mas a ideia só tomou corpo em 1921, quando se reuniu, no Circulo Católico, a primeira assembleia destinada a discutir o projeto local para a edificação do Cristo, a ser construído para comemorar o centenário da independência do Brasil, no ano de 1922. Entraram na disputa o Corcovado, o Pão de Açúcar e o Morro de Santo Antônio. Optou-se pelo Corcovado pelo seu grande pedestal e pela ótima localização, sendo possível a sua visualização de várias zonas da cidade. O projeto escolhido foi o do engenheiro Heitor da Silva Costa.  A pedido do cardeal Dom Sebastião Leme é organizada, em setembro de 1923, a “Semana do Monumento”, uma campanha nacional para arrecadação de fundos para as obras. A sociedade em geral se mobiliza. Vendem-se rifas, fazem-se festas, escoteiros pedem dinheiro nas portas das casas e até as tribos dos Bororós, do estado do Mato Grosso, contribuem para tornar esse sonho uma realidade. Entre os anos de 1921 e 1923, Heitor da Silva Costa trabalhou em seu projeto, ao fazer os desenhos em parceria com o pintor e gravurista Carlos Oswald, além de fazer também os estudos relativos ao material a ser utilizado e ao tamanho final do monumento. Em 1924, o engenheiro vai à Europa para escolher um escultor para desenhar a maquete final do seu projeto e contratar um engenheiro calculista. Dentre diversos escultores, sua escolha recai sobre o francês Paul Landowski, devido a seu estilo sem exageros modernistas, que a obra não comportava. Silva Costa escolheu também o engenheiro francês Albert Caquot, grande mestre em cálculos estruturais da época. As obras de edificação do Cristo Redentor são iniciadas em 1926. Heitor Levy é o engenheiro mestre de obras, e Pedro Fernandes Vianna da Silva, o engenheiro fiscal. De altura, o Cristo possui 30 metros e três centímetros. Com a base, que mede 8 metros e abriga o Santuário Arquidiocesano de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, fica a imagem com 38m e três centímetros. De envergadura, possui o Cristo 29,60m, sendo que o braço esquerdo é imperceptivelmente menor 40cm, para dar maior estabilidade à imagem. A cabeça do Cristo está inclinada 33cm para a frente e a aparente coroa é na realidade o para-raios. No dia 12 de outubro de 1931, dia da inauguração do monumento, um verdadeiro show de tecnologia estava preparado para a cerimônia de inauguração. A iluminação do Cristo seria acionada a partir da Itália, de onde o cientista Guglielmo Marconi, a convite do jornalista Assis Chateaubriand, emitiria um sinal elétrico que seria retransmitido para uma antena no bairro carioca de Jacarepaguá. Por conta das condições climáticas, a iluminação foi acionada da própria cidade do Rio de Janeiro, o que não afetou de forma alguma a grandiosidade do evento. Por sua imponência e grande reconhecimento internacional, foi eleito e apresentado publicamente no Estádio da Luz, na cidade de Lisboa, no dia 7 de julho de 2007, como uma das sete maravilhas do mundo moderno, ao lado da muralha da China, Coliseu na Itália, Machu Picchu no Peru, Petra na Jordânia, Taj Mahal na Índia e Chichén Itzá no México.  A escolha, promovida pela New Open World Foundation, contou com mais de cem milhões de votos, através de telefones celulares e da internet, enviados de todas as partes do mundo. Além de ser considerado o primeiro e maior monumento art déco do mundo, em 2009 o Guinness World Records considerou o Cristo Redentor a maior estátua de Cristo do mundo. Mais uma mostra da grandiosidade desta construção. Ao celebramos os 85 anos do monumento ao Cristo Redentor, este belo símbolo de fé que marca a nossa cidade, queremos pedir ao Cristo, dentro do contexto do Ano Santo da Misericórdia, que vai caminhando para a sua clausura, e da abertura do Ano Mariano no Brasil e da família em enfoque vocacional em nossa Arquidiocese, que sempre nos abençoe, dando-nos a cada um de nós o dom do amor, da paz, da fé e da fraternidade. Cristo sempre está de braços abertos a todos e, assim, acolhe a todos sem distinção. Sintamo-nos acolhidos e abraçados por Ele. Orani  João, Cardeal Tempesta, O.Cist. Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

Rio de Janeiro (RV) - A cada ano no Brasil, desde a década de 1970, a Igreja tem a graça de celebrar em setembro o Mês da Bíblia. O mês foi escolhido porque no dia 30 comemoramos o Dia de São Jerônimo. No domingo próximo a esse dia celebramos também o Dia Nacional da Bíblia. Neste mês ressaltamos ainda mais a importância da Sagrada Escritura em nossas vidas. Porém, as Sagradas Escrituras estão presentes em todas as celebrações, reuniões, leituras que fazemos a cada dia. Com a Tradição da Igreja podemos ler a Bíblia e encontrar nela o rosto da Palavra (Verbo) feita carne, Jesus Cristo, nosso Senhor. A cada ano temos um tema e um lema nesse mês, além de um dos livros da Bíblia para conhecer melhor. O tema deste ano (e dos próximos) é: “Para que n´Ele nossos povos tenham vida”, e o lema (de acordo com o tema do livro bíblico) “Praticar a justiça, amar a misericórdia e caminhar com Deus”. O Mês da Bíblia 2016 traz como proposta o estudo do livro do profeta Miquéias, que ilumina o lema anual. Como é proposta da Igreja, além da Lectio Divina, da acolhida da Palavra de Deus, o livro bíblico escolhido é para ser também estudado e conhecido melhor. Miquéias atuou como profeta durante os governos dos reis Joatão (740-736), Acaz (736-716) e Ezequias (716-687), isto é, entre os anos 740 e 687aC. O texto base do Mês da Bíblia diz que algumas das palavras de Deus para Miquéias se referiam a Samaria, que foi destruída pelos assírios em 722. Nas suas profecias, Miquéias faz alusão a um desastre militar que arrasou grande parte das cidades de Judá (cf. Mq 1,10-16). Trata-se da invasão do exército da Assíria que aconteceu em 701 (cf. Is 5,26-30). Isso significa que a atuação profética de Miquéias começou antes de 722 e foi até depois de 701. Miquéias era contemporâneo dos profetas Oseias e Isaías, que atuaram na mesma época: Oséias na Samaria, Isaías em Jerusalém. Miquéias era um homem do povo, bem do interior. Criado na roça, sua linguagem é simples e direta. Não usa meio termo e vai direto ao assunto. Ele vive muito identificado com o povo rural, que era explorado e oprimido pelos grandes (Mq 2,1-2). Miquéias é um lavrador que observava como as terras dos pobres eram tomadas e invadidas (Mq 2,2). Ele denuncia a terrível dominação que os grandes impunham ao povo trabalhador (Mq 3,3; 3,9-11). Faz denúncias muito fortes contra Judá e contra Samaria e indica as causas: exploração, propinas, corrupção, vontade de ganhar dinheiro sem preocupação com os pobres. Miquéias era um homem da esperança. Ele lembra como era a vida do povo no passado, bem no começo, “nos dias da saída da terra do Egito” (Mq 7,15). Ele espera o mesmo para o futuro: terra ampla, desde Galaad até Basan, desde o Mar Morto até o Mar Mediterrâneo, desde a montanha do Hermon até o Monte Horeb, a montanha de Deus (cf. Mq 7,11-12.14). Assim, ele transforma a saudade em esperança. Compara este passado tão bonito com a situação presente, em que ele e os pequenos eram obrigados a viver. E se pergunta: Por que as coisas são assim? Não deveriam ser assim! Então, como deveriam ser? É aqui que entra o significado do nome. Ele se chama Miquéias, Mi-ca-ya, “quem é como Yhwh!”? Desde pequeno, ele deve ter se perguntado muitas vezes: Por que me deram esse nome? O que significa este nome para mim, para minha missão? Todas essas coisas fo¬ram provocando as profecias de Miquéias, conservadas nos sete capítulos do livro que traz o seu nome. Miquéias era um homem de fé! Para ele, tudo vem de Deus (Mq 7,18-20). Sua fé transparece nos sete capítulos do seu livro. Uma fé simples e pura. Miquéias usa imagens bonitas para expressar a esperança que o anima. Em suas visões, ele vê Deus como um pastor que vai condu¬zir o seu povo (Mq 2,12; 4,6-7), e o povo será como um rebanho tranquilo (Mq 7,14-15). Sião vai ser um sinal no mundo inteiro (Mq 4,1), vai ser “a montanha de Deus” (Mq 4,1-2). De Sião, a lei de Deus vai se irradiar entre os povos (Mq 4,2b). As espadas irão se transformar em arados, e haverá paz (Mq 4,3), cada qual na sua terra, tranquilo e feliz (Mq 4,4). Vai ser como o orvalho para a terra seca (Mq 5,6). Deus, ele mesmo, vai ser a luz (Mq 7,8). A terra do povo será alargada com as fronteiras do tempo do êxodo (Mq 7,12), e a terra dos inimigos ficará vazia (Mq 7,13). Todas as nações o verão (Mq 7,16-17). O livro de Miquéias tem sete capítulos, divididos em duas partes: capítulos 1 a 5 e capítulos 6 e 7. Em cada uma dessas duas partes existem denúncias de condenação e anúncios de esperança. Na primeira parte: os capítulos 1 a 3 são denúncias, e os capítulos 4 e 5 trazem anúncios de es¬perança. Na segunda parte: o capítulo 6 traz denúncias e o capítulo 7 traz anúncios de esperança. Três textos de Miquéias, com valores muito diversos, tiveram especial importância para os autores neotestamentários. O mais conhecido é 5,1 (“E tu, Belém...”), citado em Mt 2, 6; Jo 7,42. Também 7,20, que fala da fidelidade de Deus aos antepassados do povo de Israel, é retomado no Magnificat (Lc 1,55) e em Rm 15,8. Enfim, 7,6, que apresenta as desavenças familiares como o maior argumento da falta de lealdade e de fidelidade, é citado ou recordado em Mt 10, 21.35; Mc13,12 e Lc 12,53 para descrever as trágicas consequências da atividade de Jesus. Que os grupos de reflexão, círculos bíblicos, pequenas comunidades em forma de Lectio Divina, ou leitura orante da Bíblia, junto com os estudos estilo acadêmicos do Profeta Miquéias, aproveitem este mês para conhecer ainda mais o contexto do livro e do profeta, e dar passos para que a Palavra ilumine sempre nossos caminhos. Que neste mês de setembro, conduzido pela temática e pelo livro do profeta Miquéias, a esperança tome conta dos nossos corações e da nossa vida, particularmente neste momento em que o Brasil precisa de unidade e de concórdia para um recomeço iluminado pela Palavra de Deus. Que este mês possa despertar ainda mais em nós a vontade do estudo e do aprofundamento dos textos bíblicos, pois, como diz a música: “tua Palavra é lâmpada para meus pés e luz para os meus caminhos”. Orani João, Cardeal Tempesta, O.Cist. Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

Passo Fundo (RV) - As comemorações da Semana da Pátria são uma oportunidade para colocar em pauta a nação brasileira. O que fazer para homenagear a Pátria? Como e o que comemorar? Do que se lamentar ou orgulhar? Enfim, o que é importante na Semana da Pátria? Recordar a história da nação sempre se faz necessário. Conhecer melhor o passado mais distante até os acontecimentos mais recentes ajuda a situar o tempo presente. Esta terra acolheu e acolhe imigrantes em busca de melhores condições de vida para si, para os familiares e descendentes. Pessoas de povos diferentes encontraram seu espaço aqui como nova Pátria. Do encontro desta variedade de origens foi-se moldando o povo brasileiro. Nos registros da história, encontram-se poucas pessoas como construtoras do país. Não pode ser esquecida a multidão anônima que exerceu um papel fundamental para o desenvolvimento do Brasil, particularmente os indígenas, os escravos e trabalhadores de atividades menos valorizadas, seja pelo salário, pelo reconhecimento ou pelo seu espaço social. A nação brasileira é marcada por frequentes crises - sejam de ordem econômica, social, política, estrutural. Desde a Proclamação da Independência elas se manifestam gerando instabilidade e insegurança. Agora, vive-se mais uma. As crises oferecem-se como uma oportunidade de fazer os ajustes e rever as estruturas existentes promovendo as devidas reformas. A nação é maior que o governo. A responsabilidade de cuidar da Pátria amada não é exclusividade do governo, por mais necessário que seja. Sem autoridades legitimamente constituídas a nação vira um caos e a realização do bem comum torna-se inviável. As estruturas governamentais são imprescindíveis, mas elas não podem e nem devem impedir iniciativas pessoais, de grupos, de associações da sociedade civil na construção da nação. As ações governamentais não conseguem realizar tudo o que é necessário.  Na doutrina social da Igreja defendem-se princípios, como a subsidiariedade e a participação. O estado coloca-se em atitude de ajuda, de subsídio, de apoio, promoção e incremento em relação às iniciativas da sociedade civil e de pessoas. Não pode impedir as iniciativas, tolher a liberdade e tirar a responsabilidade. “Brasil, um sonho intenso, um raio vívido. De amor e de esperança à terra desce” canta o Hino Nacional. São grandes os sonhos para a Pátria amada. Sonha quem está vivo, quem não está conformado. Sonha o otimista que tem os pés no chão. Muitos sonhos ainda estão distantes de se concretizarem, mesmo parcialmente. E quando um sonho é realizado, logo se sonha com algo novo. O mesmo hino que ensina a sonhar, também convida para a esperança. Esperança que é virtude teologal. Sem a esperança o sonho se torna uma ilusão. Com a esperança o sonho de torna projeto, estímulo, incentivo, desafio. Os antepassados fizeram a sua parte com seus sonhos, agora é a hora de fazer a nossa parte. Dom Rodolfo Luís Weber Arcebispo de Passo Fundo

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Comentários

É muito lindo o Santuário de Nossa Senhora de Fátima no bairro do Sumaré em São Paulo, fiquei impressionada com a imponência da Imagem de Nossa Sen...

para minha mae nayda pinheiro e marlene pinheiro dos santos